ZÉ
BARROS GALEGO
(PARTE 1)
Não conheci em toda na minha vida, uma pessoa com mais
presença de espírito que seu Zé Barros Galego, quem mais se aproximou a ele foi
Jacó Feliciano da (Japicanga).
Seu Zé Barros tinha um raciocínio rápido, e era praticamente
um semianalfabeto, imagino eu, se este homem tivesse estudado.
O grande mérito deste cidadão foi dar estudo a todos os seus
filhos, ele tinha orgulho que seus filhos fossem doutores, e também se
orgulhava dos filhos dos amigos que eram doutores.
Casado com dona Judite Azevedo formava um casal totalmente
antagônico, ele alegre sociável, ela fechada, ele desleixado nos compromissos,
ela altamente responsável...
Para seu Zé Barros não existia crise, pois ele tirava de
letra todas elas - não esquentava a cabeça com nada - se a dívida se vencia -
ele não esquentava a cabeça era o credor que devia esquentar - e se o credor chegava
para receber, ele renegociava a dívida e ia empurrando com a barriga.
Certa feita no BANCO DO BRASIL de Palmeira dos Índios chega
um gerente novo, e vai logo mostrando serviço, faz um apanhado dos devedores e
lá esta seu Zé Barros, com uma dívida antiga, então ele manda chama-lo e expõe
o problema, seu Zé Barros ouve os argumentos do gerente e diz de pronto – estou
pronto para pagar a dívida doutor, e pergunta o valor, o gerente diz 200 mil
cruzeiros – então ele diz – o senhor me empresta 300 mil cruzeiros, eu pago os
200 e com o restante vou trabalhar para pagar o banco, e assim foi feito,
entrou liso pagou a dívida e sai com dinheiro.
A
COISA ESTA APENAS COMEÇANDO, AGUARDE OS PRÓXIMOS CAPÍTULOS.
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